quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Diário com o Eduardo Dias - Parte 2
No dia em que me avisaram que o Eduardo tinha sofrido um AVC Hemorrágico, fui no Hospital Antonio Giglio, visitá-lo, pois segundo me relataram, os médicos davam poucos dias de vida a ele. Fiquei muito chateada, comecei a avisar algumas pessoas, pois na minha mente, vinha o Eduardo sempre bom astral, alegre, brincando e, agora, pensei,ele está para desencarnar. Então, fui ao hospital no horário da visita e me deparei com a mãe dele, D. Elidia,até então, não a conhecia. Falei a ela que estava com Eduardo no dia da coletiva de imprensa no SBT, mas, na hora do AVC, não estava do lado dele. Ela me perguntou como ele estava na hora da coletiva de imprensa. Relatei que achei ele diferente, fechado... Mas, infelizmente, no dia não consegui vê-lo na UTI, pois além da mãe, já tinha uma colega dele, da Secretaria de Cultura de Osasco. Eu tentei autorização para entrar na UTI, mas não consegui. No começo, eram muitas visitas. Fui embora chateada. Tanto que a noite, sonhei com o Eduardo, na UTI, conversando com ele sobre o que havia falado com a mãe dele. Depois desse dia, liguei algumas vezes para casa dele e falei com a mãe do Eduardo para saber notícias dele. Como eu nunca tinha tido aproximação com a mãe dele, com o Eduardo, só em eventos, comecei a ter notícias dele, através de colegas. Em dezembro de 2009, artistas, amigos do Eduardo promoveram um Show em sua homenagem no Teatro Municipal de Osasco para também ajudar os pais dele. Eu fui assistir uma parte do evento que teve várias apresentações. Um dia, liguei para uma colega da imprensa, para ela me avisar assim que o Eduardo fosse para o quarto. Não sei, mas eu tive fé que ele ia sair da UTI sim. Então, em janeiro de 2010, logo que ele foi para o quarto do Hopsital Antonio Giglio, essa colega me avisou, pedindo para eu ir visitá-lo, pois vários colegas, amigos não estavam o visitando com frequência. No mesmo dia, fui até lá. Quando cheguei no quarto que o Eduardo dividia com mais dois pacientes no 2º andar, vi um Eduardo sofrido. Conversei com a mãe dele e descobri que o pai dele havia falecido um mês após o Eduardo ter um AVC. Naquele dia, vi as condições que o Eduardo se encontrava e já quis ajudar de alguma forma....
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